Fonte: Emanuelle Ferreira

Junho Vermelho: Campanha incentiva doação de sangue

No mês de conscientização sobre a doação de sangue os apresentadores do programa “Roda Viva” receberam no estúdio da 560AM a médica hematologista e hemoterapeuta Dra. Tula Siqueira. A campanha junho vermelho tem como objetivo sensibilizar os doadores e possíveis interessados em doar sangue. Para a médica hematologista a doação de sangue é fundamental, o sangue não tem outro meio de ser reposto, a doutora ainda pontuou que esse elemento é o que nos permite viver.

“Sangue é vida.” – Dra. Tula Siqueira.

Ser doador não requer grandes desafios, basta se encaminhar para o Centro de Hematologia e Hemoterapia do Maranhão (HEMOMAR), lá o interessado passa por uma triagem clínica e depois laboratorial. É necessário ter entre 18 e 60 anos, peso mínimo de 50 kg, boa saúde e não ter feito nenhuma tatuagem ou piercing nos últimos seis meses. As mulheres doam até três vezes durante o ano, já os homens podem doar até quatro vezes. Menores de 18 anos podem ser doadores se houver consentimento dos pais ou responsável legal.

 “O hemocentro não existe sem o doador”. – Dra. Tula Siqueira.

Uma única doação de sangue pode beneficiar mais de uma pessoa, é possível separar esse material em plasma, plaquetas e hemácias. Por conta da pandemia o número de doações caiu consideravelmente, mas é seguro ir até o HEMOMAR, eles possuem um sistema que garante segurança para os doadores. Outro fator que afastou muitos doadores foi o receio de após ter contraído o Covid-19 passar esse vírus por meio da doação, a drª Tula garantiu que passado o prazo de contágio a doação é segura.

“Doar sangue não causa anemia.”

Além de falar a respeito da doação de sangue outro assunto abordado foi como se tornar doador de medula. O processo é semelhante ao de doação de sangue, existe uma equipe multidisciplinar que fará a avaliação. Uma pequena quantidade de sangue será retirada para a tipagem do Human Leukocyte Antigen (HLA), um código que permite verificar a compatibilidade entre doador e receptor. Esses dados ficam armazenados no Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (REDOME).

 

Fonte: Agência Educadora

 

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