quarta-feira , 17 julho 2019
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Atingidos pela Base Espacial de Alcântara defendem permanência em seu território

No dia 18 de março deste ano, os governos do Brasil e Estados Unidos assinaram, em Washington, o Acordo de Salvaguardas Tecnológicas (AST) que permite o uso comercial do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) pelo país de Donald Trump. O acordo foi assinado pelos ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores) e Marcos Pontes (Ciência, Tecnologia) e assegura que satélites e foguetes desenvolvidos com tecnologia estadunidense poderão ser lançados do município maranhense.

Para entrar em vigor, o acordo deve ser ratificado pelo Congresso Nacional, passando primeiramente pela Câmara dos Deputados e depois pelo Senado. O relatório inicial será feito pelo deputado Hildo Rocha (MDB-MA), que foi escolhido na quarta-feira (12) como relator na Comissão de Relações Exteriores.

Dentre as controvérsias sobre o AST, está o deslocamento de comunidades quilombolas, que pode causar alguns problemas sociais.

Em entrevista concedida ao programa Roda Viva nesta segunda-feira (17), Davi Júnior, membro do Movimento dos Atingidos pela Base Espacial de Alcântara (MABE) defendeu a permanência das comunidades tradicionais em seus territórios e disse destacou alguns pontos negativos do tratado.  

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