Hospital Universitário de São Luís recebe ação social de atendimento vascular

Hospital Universitário de São Luís recebe ação social de atendimento vascular

Foto: Reprodução/Internet

Com o intuito de atender, informar e orientar a população a respeito das doenças vasculares, formas de prevenção, cuidados e tratamento, o Hospital Universitário da UFMA – Unidade Presidente Dutra, em São Luís (MA), promoverá o Circulando Saúde. A ação social, realizada pela Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular do Maranhão (SBACV-MA), acontecerá nos dias 17 e 18 de maio, das 9 às 17 horas.

Para o atendimento, que será realizado por residentes e internos de angiologia e vasculares, serão distribuídas, no máximo, 800 senhas no local. Os profissionais orientarão o público quanto aos sinais e sintomas das principais doenças vasculares, chamando atenção para os perigos de alguns comportamentos de risco, as devidas precauções a serem tomadas e a importância de realizar o tratamento correto sempre com um médico vascular. Também será realizado exame Doppler nos pacientes que, após avaliação, apresentarem alguma alteração. Na ocasião, ainda será entregue ao público, folhetos com orientações e informações sobre as doenças vasculares.

O Circulando Saúde tem como objetivo a orientação e a realização de atendimento e exames de pacientes pelo especialista, para cuidado e diagnóstico precoce das principais doenças vasculares, e assim reduzir a falta de tratamento, amputações e grandes esperas em hospitais.

A ação tem, como público-alvo, pacientes com problemas de má circulação nas pernas e pés como varizes, dores, feridas, desconforto e inchaço. Para seguir o sucesso do mutirão de atendimento vascular, realizado ano passado na capital maranhense, o chefe do Serviço de Cirurgia Vascular do HU-UFMA e responsável pela ação, Dr. Sebastião Brito, destaca a importância da continuidade desse modelo de projeto para a população local. “Essa ação é fundamental para ajudar na prevenção e na diminuição do problema de varizes, que não é apenas estético, mas também social. Quando aparecem feridas, por exemplo, muitos pacientes deixam de trabalhar, e oneram mais ainda o governo, por uma questão que poderia ter sido evitada”, explica.

Com informações da assessoria